IMPACTOS AMBIENTAIS E ANÁLISE DO CICLO DE VIDA

DADOS AMBIENTAIS

Conscientes do compromisso com a sustentabilidade que temos como fabricante, incorporamos nas nossas fichas técnicas as quatro categorias de impactos ambientais que consideramos mais relevantes, baseados nas DAPs e em cálculos de ACV próprios, seguindo os mesmos procedimentos estabelecidos para o cálculo dos rótulos ecológicos tipo III. 

impactos ambientais de lã mineral
  • Consumo de energia primária renovável: Reflete, do total de energia utilizada para a produção de 1 m3 de produto, a que provém de fontes renováveis. Esta quantidade depende do lugar de fabrico do produto e do mix energético do país.
  • Consumo de energia primária não renovável: Reflete a parte de energia consumida para produzir 1 m3 de produto proveniente de fontes não renováveis. Semelhante à categoria anterior, depende do mix energético do país de fabrico. 
  • Potencial de aquecimento global: Refere-se às emissões equivalentes totais de CO2 derivadas da produção de 1 m3 de produto. 
  • Consumo de água: Quantidade de água utilizada para produzir 1 m3 de produto.

RÓTULOS ECOLÓGICOS DE PRODUTO

Os rótulos ecológicos são marcados com avaliação ambiental voluntária, que surgiu devido à necessidade das empresas disporem de um sistema que lhes permitisse difundir o caráter ambiental dos seus produtos. Definem-se oficialmente três tipos de mecanismos regulados por normas internacionais.

Rótulos Ecológicos Tipo I

São selos voluntários que certificam oficialmente que certos produtos têm um impacto negativo menor sobre o meio ambiente durante a sua vida.
São concedidos por uma entidade certificadora independente e estabelecidos segundo a norma ISO 14024.

Rótulos Ecológicos Tipo II

São autodeclarações ambientais dos fabricantes, representadas sob a forma de símbolos ou gráficos. Reguladas pela norma ISO 14021, são de caráter informativo, não estão verificadas nem certificadas por uma entidade independente e são responsabilidade do próprio fabricante.

Rótulos Ecológicos Tipo III

Denominadas Declarações Ambientais de Produto (DAP) e baseadas na Análise do Ciclo de Vida (ACV), são um inventário de dados ambientais quantificados de um produto. 
Surgem para dar resposta a uma crescente demanda por um método comparativo entre produtos, que considera os critérios ambientais mais relevantes, sempre do ponto de vista objetivo, sem avaliar qual é o melhor.
Este rótulo ecológico, ao contrário dos restantes, não define critérios ou requisitos mínimos que devem ser cumpridos, apenas se limita a identificar os aspetos ambientais necessários para projetar uma imagem de consciência ambiental.

Mais informações ACV

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DA LÃ MINERAL

processo de fabricação da lã mineral

O processo de fabrico da nossa lã mineral começa na descarga das matérias-primas, que em alguns casos incluem até 80% de material reciclado, nos silos de abastecimento. Estes abastecem o forno, onde estes materiais se fundem a temperaturas muito altas. 

  • Quando o material atinge a temperatura ótima de fusão converte-se num magma, 
  • passa pelo processo de formação de fibras, no qual se cria a lã mineral.
  • Posteriormente adiciona-se o ligante, caso o produto necessite, e neste caso submete-se a um processo de cozedura num forno de polimerização. 
  • Com a lã mineral já criada,
  • passa-se à sua formação de acordo com as especificações do produto (formato, dimensões, etc.).
  • Quando o produto está finalizado,
  • procede-se à embalagem, de forma eficiente para ocupar o menor espaço possível durante o transporte, com o objetivo de reduzir as emissões derivadas desta.